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	<title>HAMA Centro Veterinário de Hematologia &amp; Diagnóstico</title>
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	<description>Centro Veterinário de Hematologia &#38; Diagnóstico em São Paulo</description>
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	<title>HAMA Centro Veterinário de Hematologia &amp; Diagnóstico</title>
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		<title>Aglutinação em Salina como Ferramenta Diagnóstica</title>
		<link>https://centrohama.com.br/aglutinacao-em-salina-como-ferramenta-diagnostica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Giovanna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Feb 2024 13:43:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Médicos Veterinários]]></category>
		<category><![CDATA[aglutinação em salina]]></category>
		<category><![CDATA[anemia hemolítica imunomediada]]></category>
		<category><![CDATA[cães e gatos]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados com os animais]]></category>
		<category><![CDATA[hematologia veterinária]]></category>
		<category><![CDATA[hematologista em são paulo]]></category>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p></p>
<p class="wp-block-paragraph" id="E83">O teste de aglutinação em salina é uma técnica simples que pode contribuir para orientar o médico veterinário ao diagnóstico de<a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30806491/"> anemia hemolítica imunomediada (AHIM) em cães e gatos.</a></p>
<p></p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph" id="E103">Devido à simplicidade da técnica que consiste na mistura do sangue do animal com solução diluente &#8211; fisiológica ou PBS, promove que muitos profissionais se aventurem a realizá-la, sendo relacionados ou não à medicina laboratorial.</p>
<p></p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph" id="E118">Por um lado é bom disseminar a técnica devido ao seu valor diagnóstico, por outro, é importante ressaltar que há condições determinantes de qualidade na realização da técnica e que impactam diretamente na interpretação do resultado e que podem gerar muitos equívocos. Diferentes diluições são utilizadas para a técnica de aglutinação em salina na rotina laboratorial veterinária, e de acordo com a diluição escolhida podem ocorrer frequentemente falsos positivos, e assim gerar confusão no diagnóstico de anemia hemolítica imunomediada em cães e gatos. Um erro na interpretação do resultado gera consequentemente erro na conduta dos pacientes.</p>
<p></p>
<p></p>
<h3 class="wp-block-heading"><strong>Acurácia diagnóstica das diferentes diluições utilizadas na rotina laboratorial</strong></h3>
<p></p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph">Considerando que a diluição é a mistura de partes de sangue em partes de solução diluente, <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33169867/">um trabalho publicado no <em>Journal Veterinary Internal Medicine</em></a><em> </em>avaliou diferentes diluições e suas respectivas sensibilidades e especificidades comparando com o <a href="https://www.vet.cornell.edu/animal-health-diagnostic-center/testing/protocols/immunology/direct-coombs">t</a><a href="https://www.vet.cornell.edu/animal-health-diagnostic-center/testing/protocols/immunology/direct-coombs" target="_blank" rel="noreferrer noopener">este de Coombs</a>, a técnica padrão ouro para o diagnóstico de anemia hemolítica imunomediada em cães e gatos.</p>
<p></p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph" id="E173">Nesse comparativo entre as diferentes proporções (sangue : solução diluente) chegaram nas seguintes condições: a proporção de 1:1 teve sensibilidade de 88% e especificidade de 29%; a proporção 1:4 apresentou a sensibilidade também de 88% com especificidade de 49%; houve redução da sensibilidade para 67% na proporção de 1:9 e com especificidade de 70%; e na proporção de 1:49 manteve a sensibilidade de 67% com aumento expressivo na especificidade para 97%. Uma maior quantidade de falsos-positivos foram encontrados na proporção de 1:1 quando comparada com as demais diluições citadas. Assim, concluiu-se que quanto maior a diluição, maior a sua especificidade e consequentemente acurácia diagnóstica, porém menor a sua sensibilidade para o diagnóstico de anemia hemolítica imunomediada em cães e gatos.</p>
<p></p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph" id="E238">Para entendermos o que isso significa para a aglutinação em salina como ferramenta diagnóstica de anemia hemolítica imunomediada em cães e gatos, precisamos compreender de que a <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4975285/">acurácia diagnóstica</a> se trata da capacidade do teste em discriminar condições patológicas de condições saudáveis, e a sensibilidade e especificidade de um teste são parâmetros que complementam e contribuem para essa avaliação.</p>
<p></p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph" id="E238">A sensibilidade de um teste é sua capacidade de dar um resultado positivo, ou seja, é definida pela probabilidade de detectar o agente alvo em um paciente com a doença em si. Já a especificidade, é definida pela capacidade de dar resultados negativos em pacientes que não apresentam a doença, assim é capaz de garantir de que quando um resultado é positivo, seja realmente positivo. Assim, testes sensíveis são excelentes para a triagem de uma enfermidade porque permitem mais facilmente os resultados positivos, e já os testes específicos são mais usados como confirmatórios de doenças.</p>
<p></p>
<p></p>
<h3 class="wp-block-heading"><strong><strong>Escolha da diluição para a aglutinação em salina</strong></strong></h3>
<p></p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph">O que pode haver de problemática diante da sensibilidade e especificidade é que quanto mais sensível é o teste, mais possível de gerar resultados falsos positivos. E quanto mais específico o teste é, mais possível é dele gerar resultados falsos negativos. E é por isso que o teste ideal é aquele que além de ter alta sensibilidade, também tem alta especificidade, pois combina o melhor dos dois índices.</p>
<p></p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph">Desse modo, é isso que precisamos avaliar aqui quando dizemos de qual diluição usar no teste de aglutinação em salina como ferramenta para o diagnóstico de anemia hemolítica imunomediada em cães e gatos. Pois, o que se concluiu com esses dados comparativos de diluições de aglutinação em salina é que pode-se obter uma alta especificidade para o diagnóstico de anemia hemolítica imunomediada em cães e gatos quando o teste é realizado na proporção de 1:49 e já que os falsos-positivos são incomuns nessa proporção, evita que pacientes anêmicos sem o envolvimento do sistema imunológico anti-eritrocitário receba um diagnóstico equivocado.</p>
<p></p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph">Adicionalmente, no caso de o teste de aglutinação em salina nessa proporção de 1:49 der positivo, é então sugestivo de anemia hemolítica imunomediada quando associados a outros sinais clínicos consistentes com o diagnóstico. No caso de resultados negativos nessa diluição e que a evidência de hemólise está presente e ainda há a suspeita do componente imunomediado sugere-se prosseguir com outros teste de investigação de presença de anticorpos anti-eritrócitos como é o teste de Coombs, uma vez que a sensibilidade dessa diluição é limitada.</p>
<p></p>
<p></p>
<h3 class="wp-block-heading">Aplicação da aglutinação em salina no diagnóstico de anemia hemolítica imunomediada em cães e gatos</h3>
<p></p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph" id="E432">Fazer uso da aglutinação em salina para o diagnóstico de anemia hemolítica imunomediada em cães e gatos é simples e acessível, no entanto, exige uma técnica adequada para consequentemente uma interpretação correta do seu resultado. E quando falamos de diagnóstico, não podemos dizer que podemos fazer de qualquer maneira, pois há sempre uma maneira mais qualificada de se fazer, e penso eu, que é essa que devemos buscar.</p>
<p></p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph" id="E460">Nesse sentido, apesar de não haver uma diluição ainda estabelecida como padrão ouro, podemos utilizar de combinações delas em nossa rotina laboratorial, sempre acompanhada de clareza de informação e boa descrição no laudo de resultados, incluindo os dados de sensibilidade e especificidade dos testes utilizados de suas diluições.</p>
<p></p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph" id="E481">Vale ressaltar ainda que há outras formas de preparo da aglutinação em salina que não foram comparadas aqui, como é o caso do uso de hemácias lavadas para a sua realização. Condição essa que também apresenta alta especificidade.</p>
<p></p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph" id="E500">Que o teste de aglutinação em salina seja amplamente utilizado e que receba o devido cuidado para ser realizado e interpretado.</p>
<p><span style="color: #0a0a0a;"><em>Referências utilizadas:<br /></em><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30806491/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" style="font-size: 16px; font-style: italic; color: #0a0a0a;">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30806491/</a></span><br /><span style="font-size: medium; color: #0a0a0a;"><cite><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33169867/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" style="color: #0a0a0a;">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33169867/</a><br /><a href="https://www.vet.cornell.edu/animal-health-diagnostic-center/testing/protocols/immunology/direct-coombs" target="_blank" rel="noreferrer noopener" style="color: #0a0a0a;">https://www.vet.cornell.edu/animal-health-diagnostic-center/testing/protocols/immunology/direct-coombs<br /></a><a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4975285/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" style="color: #0a0a0a;">https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4975285/</a></cite></span><strong></strong></p>
<p></p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p></p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow" style="font-style: normal; font-weight: 400;"></blockquote>
<blockquote class="wp-block-quote" style="font-style: normal; font-weight: 400;"></blockquote>
<p></p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Com carinho e dedicação,</strong></p>
<p><strong style="font-size: 16px;">Dra. Camila Thomazini<br /></strong><span style="font-size: 16px;">Doutora em Ciências Médicas<br /></span><span style="font-size: 16px;">Hematologista e Patologista Clínica Veterinária</span></p>
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<p></p>
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		<title>Quando procurar um especialista em hematologia veterinária?</title>
		<link>https://centrohama.com.br/quando-procurar-um-especialista-em-hematologia-veterinaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gabrielssnocera@gmail.com]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jan 2024 17:43:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tutores]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados com os animais]]></category>
		<category><![CDATA[doenças hematológicas]]></category>
		<category><![CDATA[hematologia veterinária]]></category>
		<category><![CDATA[hematologista em são paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando se trata da saúde dos pets, entender a&#160;importância da hematologia veterinária&#160;é essencial para garantir qualidade de vida e bem-estar. A hematologia, um ramo crucial da medicina veterinária, estuda e diagnostica as células sanguíneas e distúrbios relacionados.&#160; Essa área médica&#160;desempenha um papel fundamental na detecção precoce e tratamento de várias condições de saúde&#160;dos animais. Saiba [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Quando se trata da saúde dos pets, entender a&nbsp;<strong>importância da hematologia veterinária</strong>&nbsp;é essencial para garantir qualidade de vida e bem-estar. A hematologia, um ramo crucial da medicina veterinária, estuda e diagnostica as células sanguíneas e distúrbios relacionados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa área médica&nbsp;<strong>desempenha um papel fundamental na detecção precoce e tratamento de várias condições de saúde</strong>&nbsp;dos animais. Saiba mais sobre a especialidade neste artigo.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Importância da hematologia veterinária</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A importância da hematologia veterinária <strong>vai muito além do diagnóstico de doenças</strong>. Ao examinar os componentes sanguíneos, como os eritrócitos, leucócitos e plaquetas, os profissionais de hematologia veterinária são capazes de avaliar não apenas a presença de doenças, mas também a saúde geral do animal. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Fazer a análise hematológica&nbsp;<strong>fornece informações importantes</strong>&nbsp;sobre a capacidade do sistema imunológico, a eficiência dos órgãos vitais e até mesmo a resposta do organismo a diferentes terapias. Tudo isso possibilita uma abordagem mais abrangente e personalizada no cuidado com os animais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que a hematologia pode diagnosticar e tratar?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">É importante destacar que&nbsp;<strong>o hematologista veterinário é o profissional mais habilitado</strong>&nbsp;e especializado para interpretar os resultados dos exames hematológicos dos animais. Sua experiência permite uma&nbsp;<strong>análise minuciosa dos componentes sanguíneos</strong>, compreendendo os valores de referência e as nuances que podem indicar problemas de saúde específicos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais diagnósticos estão <strong>as anemias, que indicam a redução na contagem de glóbulos vermelhos ou na concentração de hemoglobina.</strong> Essa condição pode ter causas variadas, desde deficiências nutricionais até doenças crônicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso,&nbsp;<strong>distúrbios de coagulação</strong>,&nbsp;com avaliação que vai desde as plaquetas no hemograma até a dinâmica sanguínea,&nbsp;são essenciais para entender o risco de hemorragias&nbsp;ou de trombose, além da capacidade de coagulação do sangue.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise hematológica<strong>&nbsp;também pode detectar infecções&nbsp;</strong>na observação dos leucócitos ou glóbulos brancos, bem como a possível visualização&nbsp;de parasitas sanguíneos, como&nbsp;os causadores de&nbsp;babesiose e erliquiose, que podem ser debilitantes para os animais. Esses são só alguns exemplos de condições que a hematologia veterinária é capaz de diagnosticar e tratar.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando procurar um hematologista</h2>



<p class="wp-block-paragraph">É muito importante saber&nbsp;<strong>quando é hora de levar o seu pet ao hematologista</strong>. Existem muitos sinais e sintomas que podem indicar a necessidade de uma avaliação hematológica especializada, entre eles estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>fraqueza persistente;</li>



<li>cansaço excessivo;</li>



<li>falta de apetite;</li>



<li>perda de peso inexplicada;</li>



<li>palidez nas mucosas;</li>



<li>sangramentos frequentes e</li>



<li>feridas que demoram a cicatrizar.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Se o seu animal demonstrar qualquer um desses sinais, é recomendado buscar a orientação de um profissional.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estes sintomas podem indicar uma série de condições que&nbsp;<strong>afetam os componentes sanguíneos e a saúde geral do animal</strong>, tornando essencial a avaliação de um especialista para um diagnóstico preciso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, <strong>certas condições pré-existentes ou crônicas podem requerer um acompanhamento hematológico especializado</strong>. Animais com histórico de doenças hematológicas, como anemias crônicas, distúrbios de coagulação ou doenças autoimunes, por exemplo, devem ser monitorados de perto por um especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este acompanhamento regular permite a detecção precoce de quaisquer alterações nos parâmetros sanguíneos, garantindo a intervenção precoce e o gerenciamento eficaz dessas condições, contribuindo para a saúde a longo prazo do animal.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Mas, existe uma frequência?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A frequência com que um animal deve ser levado a um hematologista&nbsp;<strong>depende de vários fatores</strong>, incluindo a idade, histórico médico, condições pré-existentes e recomendações específicas do veterinário.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Para animais saudáveis</strong>&nbsp;e sem histórico de problemas hematológicos, a realização de exames de sangue de rotina&nbsp;<strong>pode ser recomendada anualmente</strong>, como parte de um check-up geral.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já&nbsp;<strong>para animais com histórico de doenças</strong>&nbsp;hematológicas, condições crônicas ou que estejam passando por tratamentos específicos,&nbsp;<strong>a frequência das visitas ao hematologista veterinário pode ser mais frequente.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Onde encontrar um hematologista veterinário em São Paulo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em São Paulo,&nbsp;<strong>existem diversas clínicas e centros especializados em hematologia veterinária</strong>, oferecendo serviços de qualidade para atender às necessidades dos animais de estimação. Uma das opções em destaque na região é o&nbsp;<a href="https://centrohama.com.br/sobre/quem-somos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Centro HAMA</a>,&nbsp;<strong>referência em hematologia, hemostasia, imunologia&nbsp;e patologia clínica veterinária.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Centro HAMA conta com uma equipe de hematologistas veterinários&nbsp;e áreas afins&nbsp;a<strong>ltamente capacitados e experientes</strong>, preparados para realizar diagnósticos precisos e tratamentos eficazes.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Localizado em áreas acessíveis da cidade de São Paulo,&nbsp;<strong>o Centro oferece um ambiente dedicado ao bem-estar animal</strong>. Proporcionando aos animais e seus tutores uma experiência de cuidado personalizado e especializado em hematologia veterinária.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">De modo geral, é sempre recomendável pesquisar e verificar as avaliações de outras pessoas, bem como consultar o médico veterinário de confiança do seu animal para obter recomendações específicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, se você é de São Paulo e está buscando um&nbsp;<strong>especialista em hematologia veterinária</strong>, te convidamos a&nbsp;<a href="https://centrohama.com.br/contato/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">conhecer o espaço do Centro HAMA</a>. Siga o centro nas redes sociais, estamos no&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/centrohama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="https://www.facebook.com/centrohama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a>,&nbsp;e fique por dentro de todos os conteúdos sobre a saúde animal.&nbsp;</p>
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		<title>O tratamento com células-tronco em animais</title>
		<link>https://centrohama.com.br/o-tratamento-com-celulas-tronco-em-animais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gabrielssnocera@gmail.com]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Dec 2023 19:30:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tutores]]></category>
		<category><![CDATA[células-tronco em animais]]></category>
		<category><![CDATA[centro veterinário em são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento com células-tronco]]></category>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p class="wp-block-paragraph">As&nbsp;<strong>células-tronco em animais</strong>&nbsp;têm revolucionado a medicina veterinária nas últimas décadas. Essas células, com&nbsp;<strong>capacidade imunomoduladora e regenerativa</strong>, têm o potencial de&nbsp;<strong>tratar diversas condições médicas em animais</strong>, oferecendo oportunidades de recuperação e melhora na qualidade de vida dos pets.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste artigo, iremos explorar o que são as células-tronco, como elas são regulamentadas para a medicina veterinária no Brasil, de onde são obtidas e que doenças podem ser tratadas. Também abordaremos como é realizada a aplicação das células-tronco em animais de estimação.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que são as células-tronco?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As células-tronco são células indiferenciadas com a capacidade de se transformar em diferentes tipos de células específicas do corpo quando estimuladas. Essa característica única as torna uma <strong>ferramenta poderosa na medicina regenerativa</strong>, pois podem ser utilizadas para substituir células danificadas em diversos tecidos e órgãos, além de secretar fatores que contribuem e complementam a regeneração tecidual de maneira mais ampla. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem dois tipos principais de células-tronco: as <strong>células-tronco embrionárias</strong> e as <strong>células-tronco adultas</strong>. As células-tronco embrionárias são obtidas de <strong>embriões em estágio inicial,</strong> geralmente antes de se implantarem no útero. Elas são pluripotentes, o que significa que têm a capacidade de se diferenciar em qualquer tipo de célula no corpo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Já as&nbsp;células-tronco adultas são&nbsp;<strong>encontradas nos tecidos do corpo</strong>&nbsp;e possuem uma capacidade mais limitada de diferenciação. Elas são multipotentes, ou seja, podem se diferenciar apenas em tipos de células relacionadas ao tecido de origem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na medicina veterinária atualmente temos disponíveis as células-tronco mesenquimais que têm a&nbsp;vantagem de que possuem&nbsp;menor risco de rejeição e questões éticas menos controversas.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Regulamentação das células-tronco no Brasil&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, a pesquisa e a aplicação de&nbsp;<strong>células-tronco em animais</strong>&nbsp;estão sujeitas a regulamentações rigorosas. O&nbsp;<a href="https://www.cfmv.gov.br/terapia-com-celulas-tronco-em-animais-o-que-diz-a-regulamentacao/comunicacao/noticias/2022/02/09/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV)</a>&nbsp;é o órgão&nbsp;<strong>responsável por estabelecer as diretrizes éticas e regulatórias</strong>&nbsp;relacionadas ao uso delas em pets.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante que qualquer procedimento envolvendo células-tronco seja realizado por médicos veterinários devidamente registrados, que sigam as normas estabelecidas pelas diretrizes da Resolução CFMV nº 1.041/2013. Além disso, as células-tronco, por serem consideradas produtos, necessitam de registro no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) antes de serem empregadas em procedimentos clínicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais doenças podem ser tratadas com células-tronco em animais?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As células-tronco em animais oferecem uma nova perspectiva na busca pela saúde e bem-estar de nossos companheiros de quatro patas. O uso das células tem mostrado&nbsp;<strong>grande eficácia no tratamento de diversas doenças</strong>, como, por exemplo:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>doenças imunológicas e inflamatórias;</li>



<li>doenças hematológicas;</li>



<li>doenças articulares e ósseas;</li>



<li>doenças renais e hepáticas, entre outras.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Como o tratamento é feito?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento com células-tronco em animais&nbsp;é espécie-específico, ou seja, precisa que as células sejam oriundas da mesma espécie que o paciente. E para a medicina veterinária de pequenos animais já temos disponíveis para cão e gato.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para alcançar resultados terapêuticos eficazes,<strong>&nbsp;várias etapas essenciais</strong>&nbsp;estão envolvidas que&nbsp;vão desde a seleção do doador, do cultivo celular, da escolha da dosagem de acordo com a necessidade do paciente, do preparo e da aplicação das células-tronco.&nbsp;&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Coleta de material de células-tronco</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro passo é a&nbsp;<strong>coleta do tipo específico de célula-tronco</strong>, que pode ser encontrada em diferentes partes do corpo do animal. No caso da medicina veterinária, a oriunda da gordura abdominal é a opção mais comum.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Procedimento de coleta</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Com o animal devidamente anestesiado, uma amostra do material contendo as células-tronco é extraída. A partir daí, essa amostra passa por um processo chamado purificação, que separa as células-tronco de demais componentes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Cultivo das células-tronco</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Após a purificação, as células-tronco&nbsp;<strong>são cultivadas em um ambiente laboratorial</strong>. Durante esse período, elas são colocadas em uma solução que contém os nutrientes adequados para estimular a multiplicação celular.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Administração das células-tronco</h3>



<p class="wp-block-paragraph">É nessa fase que o tratamento realmente começa, quando o veterinário&nbsp;<strong>aplica as células-tronco escolhendo a melhor de via de acesso para atingir o resultado desejado</strong>. A principal via de aplicação é a intravenosa e se assemelha a uma fluidoterapia. Também pode haver necessidade de aplicação diretamente no órgão afetado, como em casos de lesões ósseas ou articulares por exemplo. Normalmente, são necessárias de uma a três aplicações, mas isso vai depender da complexidade da condição e do paciente.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Período de recuperação</h3>



<p class="wp-block-paragraph">As células-tronco são atraídas por processos inflamatórios, então após as aplicações é indicado&nbsp;ao animal um&nbsp;<strong>período de repouso de 3 dias</strong>. É durante esse estágio, que as células-tronco começam a migrar e a&nbsp;se diferenciar. Esse processo é essencial para a restauração da saúde.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Qualidade de vida</h3>



<p class="wp-block-paragraph">As células-tronco progressivamente promovem uma regeneração tecidual com redução da inflamação<strong>&nbsp;do animal e consequentemente uma melhora no estado geral</strong>. Acelera o processo de recuperação do animal, e em casos degenerativos retarda o processo e promove mais tempo de qualidade de vida para o pet.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há casos em que o seu uso no momento correto e precoce pode promover a cura com a reversão completa da doença.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como o HAMA pode ajudar?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Se você está em São Paulo e busca por tratamento de células-tronco para o seu animal de estimação, conte com o&nbsp;<a href="https://centrohama.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Centro Veterinário HAMA</a>. Nós somos um&nbsp;<strong>centro de referência</strong>&nbsp;em hematologia, imunologia, hemostasia e patologia clínica veterinária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nossa equipe é composta por profissionais altamente qualificados, na maioria&nbsp;professores e pesquisadores,&nbsp;todos&nbsp;dedicados à excelência no atendimento e diagnóstico veterinário.&nbsp;Estamos aqui para oferecer o&nbsp;<strong>melhor cuidado para o seu animal de estimação</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No HAMA,&nbsp;<strong>sua confiança é nossa prioridade</strong>&nbsp;e estamos comprometidos em proporcionar o mais alto padrão de cuidados veterinários.&nbsp;Ainda tem dúvidas sobre o assunto?&nbsp;<a href="https://centrohama.com.br/contato/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Agende uma consulta</a>&nbsp;para&nbsp;<strong>avaliação individual&nbsp;</strong>e converse com nossos profissionais!</p></div>
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		<title>A utilidade do ROTEM na diferenciação das causas de hemorragias</title>
		<link>https://centrohama.com.br/a-utilidade-do-rotem-na-diferenciacao-das-causas-de-hemorragias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Giovanna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Nov 2023 14:16:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Médicos Veterinários]]></category>
		<category><![CDATA[centro veterinário em são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados com os animais]]></category>
		<category><![CDATA[hematologia veterinária]]></category>
		<category><![CDATA[hematologista em são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[rotem]]></category>
		<category><![CDATA[rotem em são paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A técnica de tromboelastometria, que é mais popularmente conhecida na veterinária do Brasil como ROTEM, é uma avaliação da viscoelasticidade sanguínea. A tromboelastometria permite avaliar a capacidade do sangue em formar coágulo bem como dissolver esse coágulo. Há alguns testes na rotina laboratorial veterinária que são capazes de avaliar componentes isolados da coagulação de cães [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph" id="E72">A técnica de tromboelastometria, que é mais popularmente conhecida na veterinária do Brasil como ROTEM, é uma avaliação da viscoelasticidade sanguínea. A tromboelastometria permite avaliar a capacidade do sangue em formar coágulo bem como dissolver esse coágulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="E91">Há alguns testes na rotina laboratorial veterinária que são capazes de avaliar componentes isolados da coagulação de cães e gatos, no entanto, é apenas o ROTEM que apresenta a capacidade de avaliar a coagulação por meio da interação de todos os componentes juntos que participam da coagulação, sendo desde o início do estímulo que impulsiona a formação do trombo até os componentes que causam a quebra dele.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="E122">A relevância de ter o ROTEM disponível na rotina veterinária é poder triar com mais rapidez e em um único teste qual elemento da coagulação apresenta disfunção. E considerando um caso em que temos um paciente com sangramento ou hemorragia se faz necessário entender se a disfunção é em plaquetas, dentre os fatores de coagulação ou na estabilização do coágulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="E155">Para responder de maneira rápida e segura é que o ROTEM tem sido implantado cada vez mais na rotina veterinária pois em poucas horas consegue-se ter um resultado que permite atuar de maneira mais acertada na condução do caso sem gerar manejos ou até mesmo gastos desnecessários.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Parâmetros do ROTEM na avaliação viscoelástica do sangue</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph" id="E180"><em>T</em><em>empo de coagula</em><em>çã</em><em>o</em> (CT) é o tempo desde o início da medição, com o estímulo que impulsiona a coagulação da amostra de sangue, até o início da formação do coágulo. Envolve a ativação dos fatores de coagulação, a consequente geração de trombina e vai até o início da polimerização da fibrina no coágulo;</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="E243"><em>T</em><em>empo de forma</em><em>çã</em><em>o do co</em><em>á</em><em>gulo</em><em> </em>(CFT) é o tempo decorrido entre o início da formação do coágulo, quando é detectada a primeira contribuição das plaquetas juntamente com polimerização da fibrina, influenciada pelos níveis de fibrinogênio;</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="E271"><em>Â</em><em>ngulo a</em><em>lpha</em> é a angulação descrita pelo estado de coagulabilidade do paciente. Quanto menor ou mais agudo for o ângulo, mais reduzida está a formação do coágulo no paciente e podemos considerar uma condição de hipocoagulabilidade. Quanto maior for o ângulo ou mais obtuso, mais rapidez o paciente apresenta na formação de coágulo e que é considerado uma maior tendência à hipercoagulabilidade;</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="E316"><em>F</em><em>irmeza m</em><em>á</em><em>xima do co</em><em>á</em><em>gulo</em><em> </em>(MCF) é o aumento da estabilização do coágulo pela polimerização de fibrina e ação das plaquetas, assim como da atuação do Fator XIII que também contribui na estabilização da fibrina polimerizada;</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="E346"><em>Lise máxima</em> (ML) é a redução da firmeza do coágulo após o estágio que se atingiu sua firmeza máxima, está relacionado com a quebra do coágulo ou fibrinólise contabilizado após 1 hora do início do estímulo de formação do coágulo avaliado pelo teste.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Causas de sangramento detectadas pelo ROTEM em cães e gatos</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph" id="E403"><em>Trombocitopenia ou trombocitopatia</em>: quando falamos de número de plaquetas podemos em algum grau inferir a sua habilidade de função, como é o que fazemos ao avaliar a contagem de plaquetas no hemograma na rotina laboratorial veterinária. No entanto, a capacidade de função não é tão linear e diretamente proporcional aos valores numéricos. Há casos em que mesmo em número dentro da normalidade para a espécie pode haver alguma alteração de funcionalidade como é o caso em trombocitopatias, ou seja, disfunção que nas hemorragias indicam uma redução na capacidade de contribuir para a formação do coágulo. Essas alterações plaquetárias vão causar principalmente um prolongamento do tempo de formação do coágulo (CFT), com uma redução na firmeza desse coágulo (MCF) e consequentemente um ângulo alfa reduzido.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="E459"><em>Deficiência de fatores de coagulação</em>: quando falamos de deficiência de fatores de coagulação vamos precisar entender onde cada um atua. Deficiências de fatores X, V, VII, IX, VIII, XI, XII serão avaliados no tempo de coagulação (CT) do ROTEM e promoverão o prolongamento nesse parâmetro de acordo com a intensidade de sua deficiência.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="E483"><em>Deficiência de fibrinogênio</em>: quando avaliar a funcionalidade do fibrinogênio iremos considerar a sua participação depois que se inicia a formação do coágulo. Assim, a sua deficiência irá promover o prolongamento do tempo de formação do coágulo (CFT), uma redução na firmeza máxima do coágulo (MCF) e consequentemente uma redução no ângulo alfa. Uma deficiência que mimetiza essa condição é a trombocitopenia ou trombocitopatia e também a deficiência do fator XIII, que é o responsável pela estabilização da polimerização da fibrina no coágulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="E539"><em>Hiperfibrinólise</em>: o aumento da quebra do coágulo promove a instabilidade da geração desse coágulo e consequentemente o sangramento. O aumento dessa atividade ocorre pelo aumento da atividade da plasmina, proteína responsável por fazer a clivagem dos polímeros de fibrina que promovem a estabilização do coágulo. Nesse tipo de alteração, vamos apresentar inicialmente um aumento na lise máxima (ML) do coágulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Com carinho e dedicação,</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dra. Camila Thomazini<br></strong>Doutora em Ciências Médicas<br>Hematologista e Patologista Clínica Veterinária</p>
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